sábado, 3 de abril de 2010

Marina Silva critica alianças com viés fisiológico

Dessa forma, segundo ela, a governabilidade no Congresso não seria dada por um arco de alianças com "viés fisiológico"


Da RedaçãoDa Redação
Marina Silva alfinetou o arco de alianças do PT e PSDB
Pré-candidata do PV à Presidência, a senadora Marina Silva reforçou, em Caruaru, a 130 quilômetros do Recife, a importância de maturidade do PT e do PSDB para restabelecer o diálogo diante de "questões estratégicas para o Brasil que não podem ser negligenciadas".

Dessa forma, segundo ela, a governabilidade no Congresso não seria dada por um arco de alianças com "viés fisiológico".

Ela também lembrou que o PSDB, quando à frente da Presidência, quis governar sozinho e ficou refém do DEM. Já o PT, que também quis trabalhar sozinho, ficou refém do PMDB. Marina citou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que afirmou, sobre o assunto, que aguardaria para ver quem vai liderar sozinho e governar o atraso. "Não precisamos liderar o atraso", afirmou a senadora.

Indagada de que forma um partido pequeno e sem recursos como o PV poderia ganhar a eleição presidencial, ela respondeu ser "pouco provável, mas não impossível".

"Se não é impossível, então é só a gente provar que o pouco provável é provável para torná-lo possível." Mercadante Já o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), vive outro dilema.

Por trás da decisão de trocar uma reeleição quase certa pela corrida ao Palácio dos Bandeirantes, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) procurou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva a garantia de que não se lançará de mãos vazias na tentativa de vencer o favoritismo tucano no maior colégio eleitoral do País.

Como parte da fatura para enfrentar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que larga com mais de 50% nas pesquisas, o petista obteve de Lula o compromisso de que terá farta presença na propaganda partidária no rádio e na televisão e estará presente em comícios pelo Estado afora, independentemente da agenda da pré-candidata ao Planalto, Dilma Rousseff. O reforço foi a maneira encontrada por Lula para amenizar a preocupação de Mercadante com o risco de ficar sem mandato a partir de 2011. Enquanto negociava a candidatura, o senador tentou sem sucesso buscar um ponto de apoio na eleição de 2012. Queria convencer a ex-prefeita Marta Suplicy a lhe dar prioridade para disputar a prefeitura paulistana, mas ouviu dela que era cedo demais.


Logotipo  do veículo Blog Acerto de Contas - PE 31/03/2010 - 18:46

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